a pornografia do quotidiano embrutece-me
não me reconheço nestas paredes
há palavras que já nem sequer me importo que fiquem por dizer
perdi a certeza de te segurar pela nuca e te puxar para a minha boca
que besta sou eu?
serei o demónio que se esconde dentro de mim?
em que oceano de desespero me afundo
para me poder erguer por entre os teus seios?
rompe a manhã segura
10.1.10
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Sem comentários:
Enviar um comentário